sexta-feira, 26 de junho de 2026

RECOARO TERME

HISTÓRIA DA FAMÍLIA

A trajetória da família Pintaro/Pintro no Brasil começa com o patriarca Michele Pintaro (1844 provável), imigrante italiano que chegou ao país em 1893, ao lado da esposa Maria Righele (1848, provável) e dos filhos. Os registros históricos indicam que a família era originária da comuna de Torrebelvicino, na província de Vicenza, região do Veneto. Entre os documentos localizados, aparecem os registros de nascimento dos filhos do casal: Luigi Pintaro (1872), Teresa Pintaro (1874), Giuseppina Pintaro (1882), Amadio Pintaro (1886) e Maria Pintaro (1890), todos registrados em Torrebelvicino.

 Esses dados mostram que a família viveu na localidade por pelo menos duas décadas antes da partida para o Brasil. Situada no vale do Pasubio, próxima de Recoaro Terme e Valli del Pasubio, a comuna integra uma região marcada pelo intenso fluxo migratório italiano no final do século XIX. Ao chegar ao Brasil, Michele e sua família foram encaminhados para a antiga Colônia de Alfredo Chaves, atual região de Veranópolis, no Rio Grande do Sul.

 Do Rio de Janeiro foram embarcados no navio Aymoré e chegaram ao Rio Grande do Sul no dia 04/03/1893 e foram encaminhados para a Colônia de Alfredo Chaves no dia 13/04/1893. Estas informações estão contidas na Transcrição Paleográfica Autenticada, fornecida pelo Arquivo Histórico do Rio Grande do Sul no dia 04/06/2007 a pedido de Enilda Pintaro.

 
Fonte: Informações extraídas do blog Família Pintro/Pintaro 

Michele Pintaro nasceu em Recoaro Terme (confirmar). Na igreja deste lugar tem um livro com registros. Por isso, fiz esta pesquisa. Eu gostaria muito de conhecer mais a terra do meu tataravô. 
Estou fazendo uma pesquisa sobre Recoaro Terme, onde nasceu meu tataravô Miguel Pintro (Michele Pintaro). Vou lá em janeiro do ano que vem. Fiquei emocionada várias vezes. Salvei os vídeos que assisti. Fique encantada com a Chiamata di Marzo. No desfile vi muito meu passado em Jaborá: meu pai trabalhando com o manguá para debulhar o feijão, a gente indo na casa de um tio fazer macarrão, um dia que girei a manivela do "ventolon", minha mãe preparando o queijo, as capas que se usava na chuva. Também fiquei imaginando se nosso tataravô não cruzou pelo filósofo Nietzsche que esteve em Recoaro Terme, em 1881. Os segredos da vida são incríveis. 
(Ana Lúcia)

Recoaro Ieri e Oggi significa “Recoaro Ontem e Hoje”.

“Ieri e Oggi” é uma expressão italiana muito usada em projetos de memória histórica: coloca lado a lado fotografias antigas e atuais para mostrar como uma cidade mudou ao longo do tempo.

No contexto desse texto, parece ser o título de um projeto ou documentário sobre Recoaro Terme, focado em resgatar a memória urbana e histórica da cidade por meio da sobreposição de imagens antigas e contemporâneas. É uma forma de “viajar no tempo” visualmente.

Vídeo histórico de Recoaro Terme, de Gildo Storti e Romeo Asnicar.

Recoaro Terme (Vicenza): il Bunker della Resa Nazista

 Nos meses que compreenderam o final de 1944 e o início de 1945 (de outubro até o fim da guerra), as termas de Recoaro serviram como quartel-general da SS, com cerca de 1.500 soldados alemães ocupando toda a cidade. Em 20 de abril de 1945, bombardeios aliados atingiram duramente Recoaro e as fontes termais centrais, ceifando dezenas de vidas, tanto de civis quanto de tropas alemãs. No entanto, esse evento marcou o fim da guerra na Itália; nas horas imediatamente seguintes ao bombardeio, os oficiais de mais alta patente da SS no país (e não apenas no Vale do Agno) decidiram que havia chegado o momento de capitular — de informar Berlim e, consequentemente, Hitler (com quem mantinham uma linha direta de comunicação) de que a rendição era necessária.

O bunker resistiu ao bombardeio e permanece de pé até hoje — graças à associação Bunker Recoaro — como um testemunho de um período turbulento na história da região de Alto Vicentino. Foi uma época em que a convivência na cidade — considerada, sob vários aspectos, suportável — contrastava fortemente com os crimes hediondos cometidos pelas tropas alemãs contra os combatentes da Resistência entrincheirados no vale. Tragicamente, não faltaram sofrimento, derramamento de sangue e perda de vidas. O bunker de Recoaro está situado no belo parque termal e aberto a visitantes mediante agendamento.

RECOARO TERME: LA CHIAMATA DI MARZO 2026

Um desfile que conta a história de uma cidade, com suas tradições, memórias e o desejo (e a capacidade) de nunca esquecer suas raízes.

A La Chiamata Di Marzo de 2026 (sendo bienal, a última edição foi em 2024) mais uma vez correspondeu às expectativas, tanto em termos de respeito aos cânones da beleza quanto pelo enorme fluxo de turistas que gerou, com nada menos que 15.000 pessoas acorrendo para admirar os carros alegóricos e os participantes.

Mais de 70 situações históricas foram recriadas, incluindo 63 carros alegóricos móveis e uma dúzia de pontos fixos.

Os carros alegóricos, construídos nos bairros ao longo das últimas semanas, reproduziram a cultura material, as tradições e os antigos ofícios, bem como a chegada do telefone, o advento do turismo e o fascínio da Belle Époque graças às fontes termais... Em suma, um carrossel de memórias ambientado nas mais diversas épocas de Recoaro.

Desta vez, também, foi realizado um esforço organizacional muito intenso, sem que nenhum aspecto fosse negligenciado, a começar pela segurança. Coordenar cerca de sessenta carros alegóricos, mais de 1.900 participantes e organizar o percurso duas vezes... tudo isso colocou os organizadores à prova, mas, mesmo assim, eles conseguiram realizar um evento de primeira classe que gerou emoção e sorrisos.

No vídeo que fiz, você verá todos os carros alegóricos que desfilaram. Todos eles, porque foram criados com uma mensagem a transmitir, tanto para si mesmos quanto para a comunidade. São mais de 30 minutos repletos de vida e energia.

Site oficial do evento: La Chiamata di Marzo

terça-feira, 15 de novembro de 2016

1º Encontro da Família Pintro

https://www.youtube.com/watch?v=rVXEHKBJ0e8
O vídeo apresenta alguns momentos do encontro da nossa família, no dia 12 de novembro de 2016, na linha São Miguel, interior de Jaborá.

Para saber mais sobre nossa história acesse o blog da "Família Pintro/Pintaro".

domingo, 25 de janeiro de 2015

INFORMAÇÕES SOBRE A FAMÍLIA PINTRO



 As informações abaixo foram repassada por Ana Maria Pintro Arruda e autorizadas para postagem no blog.

Olá Hildo!

Como você fez também vou compartilhar o pouco que sei sobre a parte da Familia Pintro/Pintaro da qual sou descendente: meu nome é Ana Maria Pintaro Arruda, filha de Baptista, neta de Izidoro, bisneta de Luigi, trineta de Michele e tetraneta de Giuseppe.
Michele Pintaro e sua esposa Maria vieram para o Brasil com seus sete filhos: Luigi, Teresa, Angela, Rosina, Giuseppina, Amadeu e Maria. Segundo o Arquivo Histórico do Rio Grande do Sul, chegaram ao Rio Grande em 04/03/1893, vindos do Rio de Janeiro no navio Aymoré e seguiram para a colonia em Alfredo Chaves?(é o que consta) dia 13/04/1893. Este documento tem algumas falhas pois consta que os filhos são Luigi, Angelo, Giuseppe, Amadeo e duas filhas com nome de Maria e não consta nome da Rosina.
Meu bisavô Luigi nasceu no dia 14/05/1872 na Itália e faleceu dia 27/07/1939 (67 anos) em Lageado Bonito, município de Cruzeiro, hoje Catanduvas-SC. Casou em 1897 em Caxias do Sul, com 25 anos com Jacomina Tomase (Jacoba Thomaz), tiveram treze filhos: Francisco, Izidoro, João, Lourenço, Miguel, Raimundo, Vicente, Adelaide, Ana, Catarina, Ermínia, Luiza e Maria. Não sei dizer se todos nasceram em Caxias, pode ser que os mais novos nasceram em Santa Catarina.
O nono Izidoro nasceu em Caxias em 1898 e faleceu em Araruna-PR em 15/03/1984 (85 anos). Casou com Anna Thomaz que era prima dele em 1921, com 23 anos em Feliz-RS, tiveram oito filhos: Laura, Zelinda, Zelmina, João, Baptista (meu pai), Zulmira, Gumercindo e Zenóbia, todos já falecidos.
Dos filhos do Luigi que foram para o Paraná que eu sei foram o nono Izidoro, os tios João, Chico e Vicente e as tias Maria e Ana, com os quais convivi até as suas mortes (exceção do Vicente).
Em anexo enviei quatro fotos:
Na primeira da esquerda para a direita estão a tia Ana, tio Chico, Tia Bete (irmã da nona Anna), tia Maria, tio João e o nono Izidoro
Casamento do tio Vicente.
Tia Adelaide e família
Casamento da tia Catarina, que deve ter saído de mudança de Santa Catarina para Glória de Dourados-MS