Luiz Pintro nasceu na Itália no dia 16 de maio de 1872
e faleceu no Brasil no dia 27 de julho de 1939. Teve 13 filhos: Raimundo,
Isidoro, João, Chico, Vicente, Lourenço, Miguel, Maria, Ana, Adelaide, Hermínia,
Luiza e Catarina.
Miguel Pintro e Maria Bigle (ou Riguí) sairam da Itália e iniciaram a história da nossa família em Caravágio da Terceira Légua, interior de Caxias do Sul, RS. Sabemos que eles tiveram sete filhos: Luiz (casado com “Jacomina Tomase), Amadeo (casado com Angelina Santuari), Josefa (casada com João Santa Catarina), Angela (casada com Luiz Piróvano) e Tereza (casada com João Pagliosa). Está incompleto...
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terça-feira, 5 de fevereiro de 2013
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013
FAMÍLIA DE AMADEO PINTRO
Amadeo Pintro
nasceu na Itália ano de 1884 (aproximadamente) e faleceu no Brasil no dia 15 de
fevereiro de 1938. Teve 10 filhos: José (Bepi), Rafael, Augusto, Angelo
(Albino), Maria, Rosina, Olívia, Fiorinda,
Hermínia e Otávia.
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013
LUIZ PINTRO E ESPOSA
Fotos de 2008
Luiz Pintro nasceu na Itália no dia 16 de maio de 1872 (registro do túmulo) e faleceu no Brasil no dia 27 de julho de 1939. Foi sepultado no cemitério da Linha São Miguel, município de Jaborá em Santa Catarina.
Luiz Pintro nasceu na Itália no dia 16 de maio de 1872 (registro do túmulo) e faleceu no Brasil no dia 27 de julho de 1939. Foi sepultado no cemitério da Linha São Miguel, município de Jaborá em Santa Catarina.
Não sei informações sobre sua esposa e sobre a mulher que está sepultada junto com eles. Mas, me disseram que deve ser a filha Luiza.
quarta-feira, 30 de janeiro de 2013
André Ferrari
Meu nome é André Ferrari, minha familia é natural de Presidente Castello
Branco. Meu falecido avô Artemio Ferrari, é filho de Rosina Pintro e
Emilio Ferrari que por sua vez é filha de Amadeu Pintro e Santuari.
Minha bisavó Rosina Pintro teria vindo com 8 anos de idade de uma cidade
Nova Bassano RS.
terça-feira, 29 de janeiro de 2013
CONFRATERNIZAÇÃO
Encontro da Família Pìntro em Jaborá, no Natal de 2008.
Filhos de Raimundo Pintro: Elírio, Ademir, Agenor e Névio.
domingo, 21 de fevereiro de 2010
Pedro Pintro
Diferentes formatos e tamanhos são os principais trunfos de marketing do artesão
Um ex-garçom vende caminhões e carretas de brinquedo em viagens esporádicas que faz à Região Metropolitana de Belém (RMB). Enquanto espera os clientes à margem da BR-316, em Ananindeua, sob uma temperatura alta, ele passa o tempo com um hábito pouco comum entre os ambulantes: Pedro Pintro, um paranaense de 42 anos, lê clássicos como 'Ana Karênina', do russo Tolstoi e 'O Mundo de Sofia', do norueguês Jostein Gaarden – e se diz familiarizado com textos de filósofos universais como Sócrates, Aristóteles e Platão. 'Não consigo ficar de graça no Mundo', disse ele, que até os 37 anos 'era da roça'.
Um de seus trunfos para ter sucesso a cada jornada diária é contar com a fascinação causada pelos formatos e tamanhos e atrair o público. 'A economia brasileira é movimentada por caminhoneiros', lembrou o vendedor, justificando a preferência dos modelos para uma boa comercialização não só no Pará, mas em Estados da região Nordeste e outros pontos do País.
Seus produtos são carros de madeira, feitos artesanalmente, de um metro de comprimento, nos modelos bitrem e baú, com estampas e funções diferentes. A produção é feita em Araruna, no interior do Paraná, por jovens de um tipo de associação que profissionaliza na marcenaria e serigrafia, com apoio de organismos sociais, adolescentes sem chances no mercado formal de trabalho.
'Evita-se que estejam na rua fazendo o que não devem', diz Pedro Pintro, que na semana passada venceu os 600 quilômetros de distância até o Pará trazendo num caminhão-baú 300 unidades da mercadoria. Para o próximo mês, um forte grupo empresarial do Estado encomendou 1.500 peças.
O negócio promete se expandir, evitando que o ex-garçom deixe de vender os carros debaixo de sol inclemente. Do trabalho atual fazem parte certos sacrifícios, como usar carretas de verdade, que param em postos e dirigidas por conhecidos, como um local de descanso, já que não há recursos para alugar sequer um quarto modesto de hotel.
Até pouco tempo atrás, em Curitiba, Pedro Pintro cansou de procurar emprego e não achar. 'Não existe mais serviço lá para pessoas da minha idade', lamentou ele, que tira da renda dos caminhões e carretas – um trabalho que já desenvolve ao longo de quatro anos – o sustento da família: sua mulher auxilia na renda doméstica trabalhando numa confeitaria na terra de origem. Uma das filhas, de 18 anos, é acadêmica do curso de Pedagogia. A outra menina do casal tem apenas doze anos.
Se vale o sacrifício? 'Não tem outra coisa, né?', responde ele, que em 1984 chegou a fazer vestibular para Administração, mas por fim achou que tornar-se agricultor seria melhor. No entanto, as condições climáticas no Paraná na época, com geadas, além da falta de melhores planos de incentivo do governo mostraram que havia feito a escolha errada.
Pedro Pintro, que acabou vendendo no início desta semana toda a produção que trouxe a Belém para um comerciante de Ananindeua, declarou que um dia pretende abandonar a venda de carretas e caminhões e, mais tranqüilo social e economicamente, cursar Direito para atingir o posto de juiz por meio de um concurso. 'A Justiça precisa de uma reforma, tem muita coisa errada por aí', criticou, desalentado.
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
Hildo Pintro
PARENTES QUE CONTRIBUEM COM O QUE SABEM
Ana Lúcia, bom dia.
Nosso Avô, Amadeo Pintro, irmão de Luiz Pintro, está enterrado no cemitério de Jaborá, na sede do município.
Quanto a mais filhos de Miguel Pintro, o que sabemos é que além de Amadeo e Luiz, um outro filho homem teria morrido durante a viagem, e o corpo foi lançado ao mar.
Teria tido mais filhas mulheres, e estas casaram .Uma casou com um Pagliosa, outra com um Santa Catarina, outra um Langoni e outra com Piróvani.
Com isto o nome delas de Pintro, acabou desaparecendo. Pelo que se sabe, casaram todas na região de Caxias do Sul-RS.
Em Caxias do Sul, praticamente não existem mais parentes.Lá na linha Caravágio da Terceira Légua, onde está enterrado o Miguel Pintro, tem uma parente nossa, distante,nascida no Jaborá, sobrenome dos Santos. O pai dela era casado com uma Pintro.. Moravam em Jaborá, próximo onde era o Seminário. Ela sabe bastante sobre os Pintro, e tem uma boa memória.
Quanto a região da Itáliia que vieram estes parentes nossos, ainda não sabemos. Tenho um irmão, (somos em 9 ao todo), Francisco, que reside em Floripa. Ele esteve na Itália, procurou em várias regiões, cartórios, igrejas, mas não descobriu. Já escutei até , que na Itália, tinham outro sobrenome.
Na Igreja Matriz de Caxias do Sul, existiam os documentos de chegada dos primeiros imigrantes, mas em um incêndio no passado, tudo ficou destruido.
Quando vieres a Porto Alegre, me avisa com antecedência, mesmo por e-mail, que a gente se encontra . Resido próximo a Puc. Tenho duas filhas, uma delas estuda na Puc.
OBS. Na Igreja do Caravágio, existe uma ata de fundação da Igreja do local, onde cita várias famílias de fundadores , uma delas é Pintro. Cita tambem que a maioria destas famílias , eram Trentinos, Tiroleses.
Hildo José Pintro.
terça-feira, 26 de junho de 2007
Times de Futebol de Salão

O senhor de camisa vermelha é Alcino Pintro, filho de Raimundo Pintro, Neto de Luiz Pintro e bisneto de Miguel Pintro.
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